No séc. XIV em Portugal, Inês de Castro foi morta diante seus filhos, condenada por um crime de não cometeu. Eliza Samudio também foi morta diante seu filho, e tal qual Inês, está sendo condenada por seu próprio assassinato.

Hoje toda a imprensa se vira para o caso “bárbaro que chocou o país” do mês.  Mal se apagam as luzes do julgamento dos Nardonni, um novo Monstro Assassino nos é apresentado. Para a felicidade da mídia sempre ávida por escândalos, não é um anônimo, é um goleiro de um dos maiores times de Futebol do Brasil, e isso em plena Copa do Mundo! Seria perfeito se não por um detalhe, a vítima. Não temos mais a inocência branca de classe média  de uma Isabela, nem tão pouco, para os mais antigos, uma jovem estrela Global como  Daniela Perez. Não, infelizmente para imprensa a vítima é uma mulher sem expressão, com fama de aventureira, e que jamais seria recebida pela altas rodas (a não ser é claro quando aparece de bibelô de algum empresário ou um atleta famoso, que passará a ser tratada como troféu). Não tem como fazer as pessoas sentirem pena dela.  Mas eles são espertos, e resolvem inverter o jogo. Primeiro, em vez de chamar o caso pelo nome da vítima como é de costume (Caso Isabela, Caso Daniela etc), chamam de Caso do Goleiro Bruno, assim focam no criminoso, ou melhor, na “outra” vitima, que por ser um rapaz “humilde” (lê-se de origem pobre), diante uma exploradora,  acabou perdendo a a cabeça e cometendo uma barbaridade. E o circo está armado,  Na falta de uma vitima decente para se apresentar, mostram um monstro que ao mesmo tempo é vitima da sociedade (que é todo mundo menos claro quem realmente manda) , e ainda de quebra mandam uma mensagem de que pobre não tem condição de melhorar de vida por que vai fazer besteira, e que mulher “desse tipo” tem mesmo é que morrer. Já dá pra por no ar Datena.

Eliza não morreu porque merecia. Ela não merecia, independentes das escolhas que fez ou que teve que fazer  na vida. Ela não morreu porque um jovem da periferia se deslumbrou com o sucesso. Eliza morreu porque era uma mulher que tinha perdido sua utilidade para a sociedade capitalista e machista. E como Eliza, outras tantas mulheres são mortas no Brasil, a maioria não aparece no jornal, ou quando aparecem,  são tratadas como Eliza: culpadas do próprio assassinato.

Muitos estão sendo apontados como assassinos além de Bruno, mas um de seus principais cúmplices  sairá ileso dessa: o Estado. Eliza morreu porque o estado é negligente,  não garante segurança a mulheres vítimas de agressão,  e que cria a lei Maria da Penha, mas não dá condições para mesma ser aplicada. Eliza procurou a delegacia para denunciar Bruno e o estado nada fez. bruno assumiu, em pleno oito de março, que batia em mulheres, e mesmo depois da denuncia de Eliza. Ela poderia está viva hoje, se o estado tivesse minimamente comprido sua própria lei

Inês de Castro foi vingada, mas certamente Eliza não será.  mesmo seus assassinos presos, outras mulheres anônimas continuarão morrendo fruto do machismo.  Alguns  soltarão bravatas em “nome das autoridades”, ou culparão “toda sociedade” e por algum tempo vão fingir que fazem alguma coisa contra isso, apenas para dar tempo para o próximo crime que chocará o país (de preferência com uma vitima criança branca). A esses eu digo, agora é tarde, Eliza é morta.

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Faço parte daquela minoria nacional que não gosta de futebol. Aliás dizer que eu não gosto é um pouco pesado, eu diria que eu não tenho paciência com futebol. Durante a infância, de todas as brincadeiras comuns ao universo infantil, a única que não participava era jogar bola.  Como todo mundo, tenho um time de coração, mas não sei o nome de seu principal craque,  nem quando é o próximo jogo ou qual sua posição no atual campeonato que esteja disputando.  Sei que essas informações estão a um clique de distância, mas me falta disposição.  Não assisto futebol na TV, exceto por alguns minutos, acho chato e repetitivo.  Enfim, definitivamente não sou um amante do esporte bretão.

Contudo, não vim aqui para fazer coro com um bando de nerd de mente colonizada de que futebol é perda de tempo.  Porque, se por um lado os jogos em si para mim não despertam muito interesse, sou um apaixonado por torcidas de futebol.  Acho lindo ver estádios lotados com bandeiras, faixas, gente pintada vestindo com orgulho as cores do seu time gritando, pulando e vibrando.  Gosto das gozações saudáveis entre torcidas adversárias no dia depois jogo. Me comovo com o  choro honesto e sincero de trabalhadores que vêem seu time ser rebaixado, ou vibro junto com o choro de alegria do time ser campeão.

Por tudo isso não aceito o discurso hipócrita que normalmente surge nesses tempos de copa do mundo de que  “futebol  é alienação!” ou “um monte de gente passando fome e o povo preocupado é com a Copa!” ou o mais clássico “por isso que o Brasil não vai pra frente!” . É óbvio que esse discurso é minoritário, entretanto as pessoas que o proferem normalmente chegam carregados de uma arrogância como se o mundo fossem feitos pro debiloides e somente elas fossem capaz de enxergar os problemas do mundo.  Mal sabem elas que, por rejeitar tanto o futebol, são elas que não sabem nada dos mundo.

É óbvio que o mundo está cheio de problemas mais importantes do que quem vai ganhar a Copa. Sei que existe fome, desemprego, miséria. Mas vejam: as pessoas que normalmente são vítimas desses males são as mais animadas com o futebol e em especial com uma copa do mundo. E eles não fazem isso por que são alienados (aliás, para ser bem marxista alienado no capitalismo todo mundo é, ou por acaso alguém aqui é dono do produto do próprio trabalho?) eles sabem que existe miséria por que eles vivem com ela todos os dias, a fome a falta de condições de vida não são pressupostos teóricos para os trabalhadores fãs de futebol, essa é sua realidade.  E na luta do dia dia, para conseguir sustentar suas familias, esse trabalhador tem apenas 90 minutos divididos em dois tempos de 45 para pode soltar seus gritos, suas lágrimas, sua dor e alegria.  Já se tira muito dos trabalhadores, dizer que eles que seu futebol é besteira e alienante é querer tirar deles o seu momento de escape, de alegria e lazer.

Aí você poderia dizer que o futebol é usado pelos governantes para enganar o povo. Eu não tenho como negar isso, principalmente essa semana que Lula veta o fim do fator previdenciário no dia da estréia do Brasil na Copa. Com tudo, em defesa do futebol devo dizer que o governo usa muita coisa para manipular os trabalhadores, da televisão, passando pela escola e pelas igrejas. Logo, aqui não é uma exclusividade do futebol. Aliás, como todas essas outras esferas de relação humana, o futebol também pode ser usado contra esse mesmo Estado que normalmente o usa contra os trabalhadores. Exemplos históricos não faltam, como a torcida do Boca Juniors que ganhou a Libertadores e saiu do estádio unida para derrubar o presidente em 2001, ou a democracia corinthiana que ajudou na luta contra ditadura, ou mesmo heróico Dínano de Kiev, que, mesmo sobre a ameça de serem fuzilados caso ganhassem, derrotou os soldados nazistas. Ou seja, o futebol é uma disputa não só em campo quanto fora por seu significado.

Por fim, existem aqueles que até gostam de futebol, mas por serem anti nacionalistas torcem para que o Brasil perca. Aqui também não temos acordo.  Não sou nacionalista, muito pelo contrário: vibro com honestidade por uma derrota militar brasileira no Haiti, e quero que a Petrobrás seja expropriada na Bolívia.  Entretanto, a camisa canarinho representa algo muito maior que o Estado no imaginários dos trabalhadores brasileiros (por mais que tenha o logo da Nike nela). Enquanto o Estado Brasileiro e seus representantes só nos trazem vergonha e ataques, nossa seleção, feita em boa parte por filhos de trabalhadores, nos enche de orgulho e mostra para o mundo o talento que os trabalhadores brasileiros têm.

Por tudo isso, eu digo que para entender a luta de classes no Brasil é preciso respeitar o futebol.  Os trabalhadores da Ford de Camaçari-BA não vão ter direito a folga no dia dos jogos do Brasil.  Sequer um rádio eles podem ouvir.  E aí? Vamos ficar ao lado da Ford e dizer que futebol é alienação ou vamos ficar do lado dos trabalhadores, que querem seu legítimo direito a assistir seu jogo junto de suas famílias e amigos, como todos nós?

Um porco na sala.

Posted: 17/06/2010 in Política
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Quem é acostumado a esfera virtual da militância política já deve ter se deparado com o termo “PIG”, dito normalmente por algum governista e apontado como sendo o grande culpado de todos os males do país (quem sabe do mundo). Mas afinal, o que é esse PIG?

PIG significa Partido da Imprensa Golpista, termo criado pelo Jornalista Paulo Henrique Amorim (que no governo  Lula se tornou o porta voz da esquerda moderada da blogosfera) com objetivo de identificar os grandes cartéis de comunicação do país como defensores do atraso conservador e contrários ao governo progressista de Lula, que na surdina conspiram contra o progresso.

Existem muitas verdades no parágrafo acima (os cartéis de comunicação é uma delas), entretanto existe algo que sempre me incomodou nessa noção de PIG:  a idéia dele como sendo o grande inimigo.

A imprensa, por mais poderosa que ela seja, é apenas porta voz da burguesia, que é quem a sustenta política e materialmente.  então, por que os governistas insistem em atirar no mensageiro em vez de ir atrás do rei? o problema é que  o rei não é tão inimigo assim…

o Processo de adaptação política pelo qual passou boa parte da esquerda do país  até chegar ao governo, não só causou a perda a noção de classe em seu programa como também na sua teoria e na cabeça de seus militantes. Na década de 80  os militantes, por mais diferenças que tivessem entre si tinham a noção que existia o lado dos trabalhadores com seus partidos e do outro lado a burguesia, os patrões, os empresários, os latifundiários. Qualquer programa, panfleto, campanha o que fosse da maioria das organizações da esquerda da época dizia claramente isso. O Inimigo era a burguesia, o que mudava era como combate-la.

O problema é que essa burguesia com o tempo e aos poucos, começou a deixar de aparecer como o inimigo a ser combatido. Primeiro foram substituídas pelo termo vago de “elites” , depois, virou “forças do atraso” e por fim, sumiram de vez, reaparecendo não só  no palanque da esquerda como em seu ministério. Os antigos inimigos sumiram,  sobraram adversários, que se hoje não são aliados, ou já foram ou um dia serão.  Por isso, mesmo contra esses que hoje possam está contrário ao governo, é preciso de se usar um tom um pouco mais leve, pois nunca se sabe do dia de amanhã. Os Serras e Arrudas de hoje podem ser os Sarneys e Collors de amanhã, o Geddel de ontem é o Hélio Costa de hoje.  Assim os acordos são feitos e desfeitos,  baseados unicamente em contas eleitorais e disputas de aparatos, já que  o programa é um só.

Esse pragmatismo em substituição ao  classismo é a base que sustenta o governo Lula. Mas ele cria um problema, a imagem que nos é vendida de Lula é de um Herói, que está salvando a nação, e não existe herói sem vilão.  um setor importante dos militantes da base do governo, que vem do movimento social, precisa desse vilão, para poder atacar, escarnecer e principalmente apontar quando o resto da esquerda vier dizer que o governo Lula traiu os trabalhadores.  o PIG foi o bode que os governistas colocaram na sala da luta de classes.

A grande imprensa no Brasil costuma ter uma posição contrária a Lula em virtude de uma visão preconceituosa devido a sua origem social , mas que ao mesmo tempo, tem interesse em manter o status quo e não vai atacar a política real conduzida pelo governo. Ela fala que Lula é populista, mas é a favor da reforma da previdência, diz que tem sem-terra no ministério, mas apoia o repasse de dinheiro público ao capital privado durante a crise.  Ou seja critica na aparência, mas tem acordo na essência. Isso é suficiente para caso alguém questione o Bolsa Família ou o PROUNI receba um imediato “seu discurso é igual ao da Veja!”, fazendo com que o governista dê o debate por encerrado já que seu adversário obviamente está do lado do “inimigo”.

Questão é:  Uma das maiores publicações americanas escolhe Lula como a personalidade do ano. Será que o PIG nacional é oposição ao PIG Americano, por tanto anti imperialista? A Carta Capital não faz parte da grande imprensa?ela também vive publicidade não é? como pode-se ver nem o PIG pode ser considerado um inimigo  legítimo, no máximo um adversário mais durão.

A realidade é que, por mais que a imprensa fale mal do Lula, foi o próprio PT a causar o maior mal ideológico na classe trabalhadora.  Foi ele que parou de apontar para os verdadeiros inimigos e começou a trata-los como amigos, foi ele que ao implementar ataques aos interesses dos trabalhadores os apresentou como se fossem vitórias, foi ele que disse para os trabalhadores confiarem nele, não em si mesmos. E esse não é o discurso da Veja.

Duas Pérsias

Posted: 17/06/2010 in Cinema, História

Domingo assisti o Príncipe da Pérsia.  Normalmente eu ignoro filmes baseados em jogos desde de Street Fighter com Van Damme, mas por incrível que possa parecer dessa vez foi escolha da companheira. Sem contar do saudosismo do velho 386 com tela monocromática onde passava minhas tardes inocentes e pueris.

Então o filme… olhe não vou falar muito do filme é si, porque é muito aquilo: tem o príncipe em questão, que tem salvar o mundo sendo acusado de um crime que não cometeu,  vivendo altas confusões com uma princesa com quem vive brigando mas que acabam descobrindo juntos o amor, no fim ele é inocentado de seu crime, salva o mundo, o vilão morre (não por suas mãos é claro, mas pelos erros do próprio vilão)  e fica com a princesa. Como você, eu também já vi uma tonelada de filme igual a esse. Esse tipo de filme é tão igual que até os furos de roteiro são os mesmos (tipo, quando você bate o olho no irmão do rei saca de cara que ele é o vilão, afinal, irmão de rei sempre é invejoso está tramando algo para tomar o trono). Se algum dia você já ficou em casa no  domingo sem nada para fazer a assistiu um filme qualquer em “Temperatura Máxima”, então você viu Príncipe da Pérsia.

Mas teve uma coisa que me incomodou o filme inteiro, algo para além da falta de talento dos atores ou a ausência de roteiro consistente, a caracterização histórica. o problema nem tanto eram os atores de olhos azuis e traços europeus interpretando persas, esse tipo de coisa é tristemente muito comum em Holywood, afinal é preciso criar herois  que o povo norte-americano se identifique, e os traços físicos típicos dos  habitantes do oriente médio não são lá muito populares entre os Yankes.  Enfim fui ao cinema já preparado para ver persa com cara de turista do pelourinho, Mas aí assim que o filme  começou, iniciou-se a apresentação de quem tinham sido os persas, e junto com isso veio o discurso: “..os persas eram corajosos nas guerras e sábios nas conquistas, seu império levava a ordem aonde chegava…”  Ou seja, um discurso para dizer que apesar dos persas serem um império de conquistadores sanguinários, essas conquistas não só eram necessárias para os persas como para os próprios povos conquistados!

Não que esperasse que fosse diferente, afinal, os persas são os heróis da história, não pega bem dizer que o povo dos  heróis saqueava e conquistava cidades inocentes. O problema que esperava que roteiro fosse optar pela ausências a essas referências do que tentar justifica-las(como a questão da escravidão, ou você acha que os persas faziam o que com os povos que conquistavam?).  Quando o filme começa fica mais compreensivo o porque dessa justificativa, já que a história tratasse justamente da conquista de uma cidade considerada sagrada que supostamente estaria fornecendo armas para os “inimigos da pérsia.  Qualquer semelhança com a política externa estadunidense não pode ser coincidência. No fim do filme, mesmo tendo voltado no tempo para impedir os acontecimentos, o herói não impede a invasão da cidade na qual centenas de homens morrem,  e ainda por cima obriga a princesa a casar-se com ele.  e sim, esse é o final feliz.

Com esse filme Holywood nos apresenta duas Pérsias.  A primeira nos foi mostrada em 300 onde os persas eram um povo bárbaro, sádico, corrupto e comandados por um Rei despótico, ganancioso e afeminado.  Nas características físicas, a fora os exageros que a linguagem  caricatural do filme pedia, até que acertou mais que o outro filme (o que também não me parece coincidência).  A mensagem desse filme era outra: Era Sparta, reduto da civilização, que estava sendo ameaçada pelos  bárbaros do oriente. Esses Persas e seu Rodrigo Santoro de dois metros precisam ser derrotados.

Já os Persas de Príncipe da Pérsia são justamente os guias dos valores da honra e da civilização,  escolhidos para levar ao mundo a ordem e o progresso, derrotando as forças do atraso e da tirania. Duas Pérsias, dois filmes, um mesmo “heroi”.

A Pérsia histórica, real, tem pouco haver  com as Pérsias de Hollywood. Ela não era formada nem por herois nem por sádicos.  Era como tantos outros povos da antiguidade, formado por sujeitos que diante de determinadas situações históricas tomaram certas decisões, que odiavam e amavam, que mataram e foram mortos, que conquistavam e e foram derrotados. A Pérsia real não precisa nem da condenação nem da absolvição de Hollywood,  sua História já é rica por si. O Processo histórico tratou de julga-la em suas mudanças e permanências.

Estou prometendo a muito tempo fazer um blog. Quer dizer, tenho twitter, tenho orkut, facebook e todas essas coisas ultra modernas (ultra, não pós), por que não ter um Blog? Mas aí, tal qual o último volume das Brumas de Avalon venho procrastinando  (venho esperando anos para escrever essa palavra) esse momento.  Sempre existe algo mais importante para fazer, ou não tão importante. Na verdade, às vezes eu não tenho absolutamente nada para fazer e mesmo assim dizia que deixaria para depois. Hoje as 4:00 da manhã resolvi que não era mais possível adiar o inadiável. Então, cometi um Blog.

Por que? porque tenho algo a dizer. Tenho algo a dizer sobre a última edição do Homem-Aranha, sobre o debate a respeito da pirataria, sobre tecnologia e privacidade na  Internet e  sobre o filme novo do Michael Bay. Mas também quero falar sobre a a política econômica do governo Lula, o Ataque de Israel a Palestina, a Reforma da Saúde do governo Obama, a crise na Grécia e etc.  Em resumo, quero fazer um blog para dar a minha opinião sobre qualquer coisa que me interesse.

Quero dizer isso logo, porque pode ser que algum dia eu tenha um leitor, quem sabe até leitores, e que em algum momento eles cobrem de mim “imparcialidade”. Pois bem, nesse mundo neutro só sabonete. Todo mundo é parcial, do Willian Bonner até esse blog, todo mundo tem um lado e sua fala defende esse lado. A única diferença é que eu não tento fingir que sou imparcial.  Por isso tudo que for dito aqui é minha opinião, de fã do Homem-Aranha e X-Men, que odeia filmes de terror, que é oposição de esquerda ao governo Lula e que milita no PSTU.

bom acho que de fundamental é isso.  Ah! o Layout e tudo mais é provisório. ainda não tive paciência para aprender a mexer nisso.  Já os erros de português são permanentes. Tenham pena de mim sou dislexo. Em breve, nova postagem sobre o PIG  e outra sobre o filme Prince of Persia. Saudações.